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A SBF, dona da Centauro, fez a primeira oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), do ano na Bolsa na quarta-feira (17). Segundo informações do Infomoney, a Centauro conseguiu captar R$ 772,2 milhões, ao precificar suas ações a R$ 12,50 cada. O IPO tem como objetivo obter capital para abrir e reformar lojas e amortizar parte de sua dívida. Ao todo a Centauro tem mais de 192 lojas em 97 cidades brasileiras, além de um e-commerce. A B3 estima que, entre IPOs e ofertas subsequentes (follow on), haverá cerca de 30 operações em 2019, algumas delas são de empresas como a locadora de veículos pesados Vamos, subsidiária da JSL, que entrou com pedido de registro na CVM para o IPO, em um processo que envolverá a venda de papéis primários e secundários (vendidos pela JSL). A Neoenergia também deve estrear em breve. O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, traçou, no início de abril, uma forma para que o banco venda sua participação na Neoenergia por meio de um IPO. A expectativa de Novaes é de que a negociação ocorra ainda no primeiro semestre.

17/04/2019 17h57

Pedro Guimarães, o presidente da Caixa Econômica Federal, disse que o processo de abertura de capital de unidades do banco estatal será “histórico”, e deve começar em setembro com a Caixa Seguridade, incluindo as áreas de gestão de recursos (asset), cartões e loterias. Segundo informações da Forbes, o executivo ainda afirmou que recebeu autorização do ministro da Economia, Paulo Guedes, para vender, no mercado de capitais, as ações da Petrobras que a Caixa tem em carteira. Falta apenas a permissão do presidente Jair Bolsonaro (PSL). “Não faz sentido ter R$ 8,5 bilhões em carteira de ações da Petrobras.”

15/03/2019 18h17

O ano de 2019 começou com agitação no mercado, tanto para as empresas que queriam captar recursos, quanto para os novos projetos de ofertas públicas iniciais (IPO). Logo nos primeiros dias de janeiro, a bolsa de valores de São Paulo, a B3, bateu recordes em sua pontuação, chegando, em 2 de janeiro, a mais de 91 mil pontos. Segundo dados da própria bolsa, desde o início do ano, a pontuação não ficou, em nenhum momento, menor que 94 mil pontos. A alta prossegue paralelamente aos desenrolares do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e a votação da reforma da previdência, que está próxima e pode afetar diretamente o mercado. Outras ações do governo, como seu discurso privatizador, estão delineando o ritmo das operações para os próximos anos. Com a iminente onda de privatizações, algumas empresas planejam aproveitar 2019 para captar recursos antes que os olhos dos investidores se voltem para as estatais.

27/02/2019 18h07

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou que pretende vender todos os ativos que não fazem parte das operações principais do banco, serão quatro subsidiárias das áreas de loterias, seguros, cartões e gestão de recursos. Em evento do banco Credit Suisse para investidores na quarta-feira (30), o executivo explicou que o objetivo não é vender 100% da participação da Caixa nessas empresas, mas realizar uma abertura de capitais gradual. Ele afirmou que pelo menos dois ativos serão vendidos ainda em 2019. O primeiro deles deve ser a Caixa Loterias.

31/01/2019 14h53

Apesar das altas cifras captadas no mercado em 2018, o volume de aberturas de capital no ano foi uma sombra do que poderia ter sido, caso todas as operações planejadas tivessem vingado. Os cancelamentos e adiamentos de ofertas públicas iniciais (IPO) em 2018 foram motivados pelas incertezas no cenário macroeconômico e político brasileiro, mas especialistas apontam que a insegurança jurídica foi o principal aspecto para a mudança de planos na bolsa de valores. A perspectiva para 2019 é de que os fatores de insegurança continuarão presentes, desafiando o mercado doméstico. Para especialistas consultados pelo Lexis 360, as dificuldades do cenário local passam por questões que vão do despreparo ao organizar operações à falta de familiaridade do judiciário com o mercado de capitais.

23/01/2019 22h21

O maior fluxo de capital e de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) em 2019 poderá impulsionar a carteira teórica de small caps, que reúne ações de empresas com baixa capitalização. Nos dados da série histórica da B3 de novembro passado, os papéis tiveram uma valorização de 13,4% em relação a novembro de 2017. Para especialistas consultados pelo Diário do Comércio e Indústria (DCI), as ações que devem se destacar na categoria são as que envolvem construção civil, varejo e bens de capital.

23/01/2019 14h41

21/01/2019 10h10

As operações no mercado financeiro canceladas ou adiadas devido à incerteza política causada pelas eleições, devem ser retmadas após o primeiro trimestre deste ano. De acordo com informações do jornal Valor Econômico, empresas e investidores aguardam o fim dos primeiros 100 dias de governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para determinar o melhor momento e condições de mercado para suas aberturas de operações, especialmente as ofertas públicas iniciais (IPO). 

15/01/2019 19h06

As empresas unicórnios – do ramo de tecnologia que valem mais de US$ 1 bilhão – tiveram uma alta em abertura de capital após a bolha da internet nos anos 2000, segundo dados divulgados pela Dealogic. No ano passado, 38 companhias estrearam em bolsas dos Estados Unidos, número que pode subir em 2019 com gigantes como Uber, Lyft e Slack cotadas para se juntarem ao time e abrirem capital. Empresas de software menos conhecidas e avaliadas desde US$ 1 bilhão a US$ 5 bilhões em valor de mercado geram grande expectativa para ofertas públicas iniciais (IPO).  Segundo informações da Folha de S. Paulo, a China foi o destaque de 2018 para os IPOs de unicórnios, gerando algumas das maiores operações do tipo como a do grupo iQIYI e a do e-commerce Pinduoduo.

15/01/2019 17h39

11/01/2019 10h54

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