Ordenar por:

Notícias

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou que pretende vender todos os ativos que não fazem parte das operações principais do banco, serão quatro subsidiárias das áreas de loterias, seguros, cartões e gestão de recursos. Em evento do banco Credit Suisse para investidores na quarta-feira (30), o executivo explicou que o objetivo não é vender 100% da participação da Caixa nessas empresas, mas realizar uma abertura de capitais gradual. Ele afirmou que pelo menos dois ativos serão vendidos ainda em 2019. O primeiro deles deve ser a Caixa Loterias.

31/01/2019 14h53

Apesar das altas cifras captadas no mercado em 2018, o volume de aberturas de capital no ano foi uma sombra do que poderia ter sido, caso todas as operações planejadas tivessem vingado. Os cancelamentos e adiamentos de ofertas públicas iniciais (IPO) em 2018 foram motivados pelas incertezas no cenário macroeconômico e político brasileiro, mas especialistas apontam que a insegurança jurídica foi o principal aspecto para a mudança de planos na bolsa de valores. A perspectiva para 2019 é de que os fatores de insegurança continuarão presentes, desafiando o mercado doméstico. Para especialistas consultados pelo Lexis 360, as dificuldades do cenário local passam por questões que vão do despreparo ao organizar operações à falta de familiaridade do judiciário com o mercado de capitais.

23/01/2019 22h21

O maior fluxo de capital e de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) em 2019 poderá impulsionar a carteira teórica de small caps, que reúne ações de empresas com baixa capitalização. Nos dados da série histórica da B3 de novembro passado, os papéis tiveram uma valorização de 13,4% em relação a novembro de 2017. Para especialistas consultados pelo Diário do Comércio e Indústria (DCI), as ações que devem se destacar na categoria são as que envolvem construção civil, varejo e bens de capital.

23/01/2019 14h41

21/01/2019 10h10

As operações no mercado financeiro canceladas ou adiadas devido à incerteza política causada pelas eleições, devem ser retmadas após o primeiro trimestre deste ano. De acordo com informações do jornal Valor Econômico, empresas e investidores aguardam o fim dos primeiros 100 dias de governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para determinar o melhor momento e condições de mercado para suas aberturas de operações, especialmente as ofertas públicas iniciais (IPO). 

15/01/2019 19h06

As empresas unicórnios – do ramo de tecnologia que valem mais de US$ 1 bilhão – tiveram uma alta em abertura de capital após a bolha da internet nos anos 2000, segundo dados divulgados pela Dealogic. No ano passado, 38 companhias estrearam em bolsas dos Estados Unidos, número que pode subir em 2019 com gigantes como Uber, Lyft e Slack cotadas para se juntarem ao time e abrirem capital. Empresas de software menos conhecidas e avaliadas desde US$ 1 bilhão a US$ 5 bilhões em valor de mercado geram grande expectativa para ofertas públicas iniciais (IPO).  Segundo informações da Folha de S. Paulo, a China foi o destaque de 2018 para os IPOs de unicórnios, gerando algumas das maiores operações do tipo como a do grupo iQIYI e a do e-commerce Pinduoduo.

15/01/2019 17h39

11/01/2019 10h54

A Unigel, uma das maiores petroquímicas do Brasil, planeja abrir seu capital no fim de 2019. A expectativa é de que a companhia a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) movimente US$ 500 milhões, segundo informações do jornal Valor Econômico.

10/12/2018 12h31

A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do banco mineiro BMG deve arrecadar cerca de R$ 2 bilhões no dia 19 de dezembro na B3, em São Paulo. A faixa indicativa de preço definida pelos coordenadores da operação está entre R$ 11 e R$ 14 por ação, segundo informações do prospecto preliminar da oferta publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A precificação ocorrerá no dia 17.

04/12/2018 12h30

Quando começou a estagiar, em 1992, Joaquim Oliveira percebeu que poderia acompanhar de perto a vida societária de seus clientes por meio do setor de mercado de capitais. Seu primeiro contato com a área foi durante o retorno das empresas brasileiras ao mercado internacional, com a volta dos eurobonds no início dos anos 90. À época, o escritório onde ele trabalhava, o Machado Meyer, representava os bancos envolvidos, e o advogado viu pela primeira vez um prospecto de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). O primeiro IPO do qual participou foi o do Grupo Pão de Açúcar, realizado em 1995. 

22/11/2018 06h00

Cadastre-se gratuitamente e tenha acesso ao Lexis 360

Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.