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Notícias

O candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou ser contra a privatização de ativos no setor de geração de energia elétrica e que quer manter nas mãos do governo o “miolo” da Eletrobras e da Petrobras. As declarações foram feitas na noite de terça-feira (9) durante entrevista à TV Bandeirantes e provocaram uma reação imediata do mercado no dia seguinte. As ações da Eletrobras caíram 9% e as da Petrobras, 2,87%, na quarta-feira (10) - a tendência de queda se manteve na quinta-feira (11). 

11/10/2018 16h27

Para o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, independentemente de quem assumirá o cargo de presidente do Brasil em 2019, não há possibilidades para mudanças na política de subsídios do banco. “Isso acabou. Não há volta”, disse Oliveira em entrevista à Coluna do Broadcast/Estadão. Oliveira, que foi ministro do Planejamento de maio de 2016 a abril de 2018, avalia que as mudanças no BNDES durante o governo de Michel Temer vieram para ficar. Durante os governos do PT, os empréstimos do banco foram usados fortemente como mecanismo de estímulo a grandes empresas, as “campeãs nacionais”, com taxas subsidiadas. Para Oliveira, não há mais espaço no Orçamento do governo federal e nem para uma alteração na Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituiu a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) na correção dos empréstimos do banco. Desde 2016, o BNDES passou por uma recauchutagem com a criação da TLP.

08/10/2018 13h10

Grandes companhias alemãs estão tirando o Brasil do radar para investimentos. Executivos da Alemanha que comandam empresas no país afirmaram à Folha de S. Paulo que a piora no ambiente de negócios é marcada pelas complexidades tributária e burocrática. As discussões aconteceram na reunião da diretoria da AHK (Câmara de Comércio Brasil-Alemanha). Nela, estavam presentes o embaixador alemão no Brasil, Georg Witschel, e o cônsul-geral alemão em São Paulo, Axel Zeidler.

05/10/2018 18h31

Responsável pelas propostas econômicas da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à presidência, Pérsio Arida aposta em uma estratégia que combina a revisão de incentivos fiscais e uma gradativa simplificação do sistema tributário brasileiro para o ajuste fiscal do país. Em uma sabatina promovida pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o economista condenou propostas populistas, descartou a retomada da CPMF e considerou possível zerar o déficit federal em apenas dois anos. Para cumprir a missão de tornar o Brasil “competitivo” em um ambiente internacional “menos favorável aos emergentes”, ele defende reformas que passam por mudanças constitucionais, criação de marcos regulatórios e a adoção de um programa “agressivo” de privatizações.

21/09/2018 18h18

Ciro Gomes não é inimigo das privatizações. Essa foi a mensagem que Mauro Benevides, responsável pela proposta de política econômica do candidato à presidência da república do PDT, buscou transmitir durante uma sabatina promovida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo. Em mais de duas horas de debate, o economista e ex-secretário da Fazenda do Ceará afastou o risco de Ciro desfazer contratos e reverter os planos de desestatização que estão em curso. Apesar do esforço para acalmar os ânimos de analistas e consultores políticos, Benevides defendeu que as empresas públicas se tornem mais eficientes e afirmou que seu candidato gostaria de postergar a venda do braço comercial da Embraer para a americana Boeing para o segundo semestre de 2019.

18/09/2018 17h42

As incertezas geradas pelo período eleitoral paralisam grandes movimentações de fundos de pensão até o primeiro trimestre de 2019. A avaliação é de Guilherme Veloso Leão, diretor executivo de investimentos da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Diante da apreensão com o cenário político, Leão observa que a tendência dos fundos é manter uma estratégia conservadora até que haja elementos suficientes para compreender a política econômica da próxima gestão federal. Além disso, o mercado ainda passa por uma fase de ajustes diante da regulamentação da resolução 4.661/2018 do Banco Central, que elevou o rigor de diversas normas para o funcionamento de fundos de pensão.

12/09/2018 13h27

Os deals recentemente anunciados por empresas como LyondellBasell, Petrobras e Embraer estão desacelerando conforme as eleições se aproximam, causando uma estagnação do mercado perante a incerteza política que o Brasil atravessa no período eleitoral. Segundo estimativas da Bloomberg, cerca de US$ 33 bilhões estão parados, enquanto as empresas aguardam que a atual instabilidade melhore para prosseguir com suas operações. A fusão entre Embraer e Boeing, deal avaliado em US$ 4,8 bilhões, é um exemplo da atual dinâmica: para cada presidenciável a transação assume diferentes significados, podendo ser uma ameaça à segurança nacional, a entrega de um bem ou um ótimo negócio para as envolvidas e para o país.

29/08/2018 18h23

Em meio aos esforços do governo federal para avançar com as privatizações do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), a Secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) articula uma nova rodada de avaliações do Indicador de Governança da pasta, o IG-SEST. Em debate realizado no Instituto de Pesquisa e Ensino (Insper) nesta quinta-feira (16), Fernando Soares, titular da Sest, afirmou que o índice começará a ser aplicado em subsidiárias das 47 estatais federais cujo controle da União é direto. A comissão que desenvolve a análise também passará a ter membros independentes.

16/08/2018 18h43

Depois de investirem R$ 15,2 bilhões em 2017, fundos de venture capital e private equity começaram 2018 com R$ 30,7 bilhões disponíveis para fazer negócios no Brasil. Os números, levantados pela Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP) em parceria com a consultoria KPMG, mostram a retomada de operações no setor de infraestrutura.

08/06/2018 17h35

O modelo de financiamento de projetos de infraestrutura no Brasil não está mudando. O país tem um padrão via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que está se exaurindo. No primeiro trimestre, a queda de financiamento do banco de fomento chegou a 11%.

25/05/2018 10h23

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