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Marcelo Marangon, presidente-executivo no Brasil do Citigroup, afirmou que o Citi espera que a receita anual no Brasil cresça de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,5 bilhão nos próximos anos, por meio de negócios com assessoria de venda de ativos públicos e através de um renascimento dos mercados de capitais. Segundo informações da Reuters, o executivo não teria estipulado um prazo para a concretização da meta. Paralelamente, o responsável pela área de banco de investimento do Citi Brasil, Eduardo Miras, acredita que o mercado de fusões e aquisições ficará mais aquecido no segundo semestre de 2019. Para o executivo, as conversas sobre esse segmento voltaram à tona após as eleições em outubro passado.  "Depois das eleições, as conversas em torno de transações de M&A foram retomadas. A perspectiva é de mais anúncios de operações a partir do segundo semestre deste ano", disse Miras, segundo informações do Diário da Indústria e Comércio (DCI). Uma das áreas na qual o Citi prospecta movimentações é a de empresas públicas. Esta ação é alinhada com o discurso privatizador adotado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). As vendas mais rápidas de ativos do governo devem ser de participações de bancos estatais, como o BNDES e a Caixa Econômica Federal, em empresas de capital aberto.

19/02/2019 20h31

Uma avaliação do banco de investimentos do Santander Brasil aposta que o mercado de capitais brasileiro será movimentado durante o ano de 2019, com um principal responsável pelas operações, o governo. Em entrevista ao Valor, Paulo Mendes, chefe do banco de investimentos reiterou essa premissa. “Empresas ligadas ao governo devem responder por metade ou até mais da movimentação do mercado de ofertas de ações brasileiras”. Engrossam a quantia operações que já foram anunciadas anteriormente, como a capitalização da Eletrobras, vendas de participações detidas pela Caixa e IPOs de divisões de negócios que o banco declarou intenção de fazer, venda de posições da carteira da BNDESPar, entre outras. Para o vice-presidente do Santander, Jean Pierre Dupui, a diminuição do governo deve movimentar o mercado de dívidas corporativas. “Conforme o governo diminui de tamanho, vai movimentar ações e dívida”, disse o executivo. Na avaliação de outros membros do banco, o mercado de dívidas deverá servir para financiar concessões e privatizações na área de infraestrutura, como aeroportos, estradas, portos e ferrovias.

19/02/2019 19h34

A alta do Ibovespa no primeiro mês de 2019 é visto como um sinal de recuperação do mercado financeiro. Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, analistas da XP Investimentos observam que os 98 mil pontos do principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, acompanham às tendências internacionais de alta no setor, além de indicar o retorno dos investidores estrangeiros ao país.

18/02/2019 17h11

Um levantamento da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) mostra que os ativos de fundos de pensão ultrapassaram a marca de R$ 900 bilhões pela primeira vez. Segundo o estudo, esses bens passaram a representar 13,4% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

15/02/2019 13h08

O CVM em Números é um relatório mensal no qual você verá os temas que foram destaques na Comissão de Valores Mobiliários, além de um panorama de toda a movimentação processual e legislativa da Autarquia.

13/02/2019 17h34

As operações das empresas brasileiras no mercado de capitais movimentaram R$ 7,4 bilhões em janeiro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O montante é 22,6% menor em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de operações também caiu de 47, em janeiro de 2018, para 29.

11/02/2019 15h29

Leia abaixo os destaques dos fatos relevantes emitidos pelas companhias abertas nesta semana, sob a ótica do direito societário:

11/02/2019 12h22

O ano de 2018 foi, segundo o Banco Central (BC), o pior em uma década pois investidores estrangeiros retiraram cerca de US$ 4,265 bilhões em ações do Brasil. O país também sofreu com a saída recorde em fundos de investimento, aproximadamente US$ 3,417 bilhões foram retirados no ano passado, sinalizando a performance mais fraca da contagem, iniciada em 2010. Os últimos meses do ano amargaram os maiores prejuízos, mesmo com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), cujo discurso trouxe otimismo ao mercado pelo tom reformista que adotou, os investidores continuaram retirando recursos do país. De acordo com dados da Folha de S. Paulo, desde 2008 a negociação de papéis na bolsa não atingia o vermelho. Uma década atrás, o planeta passava por uma crise econômica de grandes proporções, com a saída US$10,850 bilhões. Em comparação, 2017 teve ingresso de apenas US$ 2,582 bilhões.

29/01/2019 13h02

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