Ordenar por:

Notícias

O Banco Central (BC) vem debatendo, com outros bancos e fintechs, a possibilidade de regular uma forma de open banking no Brasil, sistema que permitiria a abertura de informações sobre clientes - como dados cadastrais e extratos a aplicações financeiras - para outras instituições financeiras, com objetivo de estimular a concorrência entre os bancos e, de certa forma, forçar a redução de tarifas e taxas de juros. De acordo com informações do Valor, o BC informou, na semana passada, que deverá divulgar em breve as linhas gerais do open banking. Já a minuta da regulamentação deve ser colocada em consulta pública no terceiro trimestre e a abertura das informações pelos bancos é prevista para o início de 2020. Como as plataformas dos prestadores de serviços financeiros devem estar integradas, a implantação será feita em etapas e pode acontecer com o intermédio da abertura das APIs (interfaces de programação de aplicativos). Independentemente da possiblidade de aprovação, a abertura de dados só pode acontecer após autorização prévia dos clientes.

02/04/2019 17h06

O Banco Central (BC) lançou uma segunda edição do Lift (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas), uma iniciativa de incentivo ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica cujo foco seja o sistema financeiro. Segundo informações do Valor, os projetos devem ser relacionados aos temas presentes na Agenda BC+, as ações as prioritárias do Banco Central, para serem selecionados. A Agenda é direcionada para o barateamento do crédito, aumento da eficiência dos bancos, modernização do sistema financeiro e inclusão financeira. O órgão deve escolher propostas que receberão o apoio do banco e de empresas de tecnologia parceiras, visando a criação de protótipos e soluções para a indústria financeira, assim como ocorrido em 2018. No ano passado, o Lift resultou no desenvolvimento de 12 protótipos e soluções, a partir da apresentação inicial de 81 propostas. Os projetos são desenvolvidos em um prazo de 90 dias.

28/03/2019 18h55

Após meses de especulação, o Deutsche Bank e o Commerzbank confirmaram que estão discutindo uma possível fusão de suas operações na Alemanha. Ainda assim, a junção de negócios, que há meses sofre pressão de autoridades do governo alemão, pode não acontecer. Segundo o próprio comunicado da empresa “não há certeza de que qualquer transação ocorrerá”. De acordo com informações do Valor, uma fonte familiarizada com a situação disse ao Financial Times que os estudos devem começar imediatamente, o processo de due dilligence será iniciado ainda nesta semana e assuntos específicos ficarão a cargo de diferentes comitês temáticos. Caso a transação realmente aconteça, os bancos deteriam conjuntamente cerca de um quinto do mercado bancário de varejo alemão, e poderiam se tornar a terceira maior instituição financeira da Europa, com 1,81 trilhão de euros em ativos. Entre os apoiadores do negócio, está o fundo de private equity Cerberus, que têm participação em ambos os bancos.

18/03/2019 16h15

Pedro Guimarães, o presidente da Caixa Econômica Federal, disse que o processo de abertura de capital de unidades do banco estatal será “histórico”, e deve começar em setembro com a Caixa Seguridade, incluindo as áreas de gestão de recursos (asset), cartões e loterias. Segundo informações da Forbes, o executivo ainda afirmou que recebeu autorização do ministro da Economia, Paulo Guedes, para vender, no mercado de capitais, as ações da Petrobras que a Caixa tem em carteira. Falta apenas a permissão do presidente Jair Bolsonaro (PSL). “Não faz sentido ter R$ 8,5 bilhões em carteira de ações da Petrobras.”

15/03/2019 18h17

Em entrevista cedida na segunda-feira (25), o diretor financeiro do BTG Pactual, João Dantas Leite, disse à Reuters esperar que o volume de recursos de terceiros sob gestão pelo banco cresça de 25 a 30% durante 2019. O executivo também previu que a carteira de crédito do BTG Pactual deve crescer até 30% neste ano.

26/02/2019 16h29

O mercado bancário espera um aumento nas carteiras de crédito para grandes empresas. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a expectativa é fomentada pela baixa na taxa básica de juros (6,5%) e pelos programas de privatizações dos governos federal e estaduais. A perspectiva do setor é de que as desestatizações aumentem a demanda por financiamento de operações de M&A, diante da redução dos empréstimos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

22/02/2019 14h57

A Vinci Partners vai investir em empresas nordestinas através do recém criado Nordeste III Fundo de Investimentos em Participações. Para a criação do novo fundo, a Vinci desembolsou cerca de R$ 240 milhões, valor esse que pode se multiplicar no futuro, de acordo com segundo informações do Diário de Pernambuco. Há alguns anos o grupo vem selecionando médias empresas com potencial, torna-se sócio delas e acelera o crescimento do negócio, o que injeta dinheiro na economia local e potencializa as qualidades do negócio e implementar modelos de gestão com eficiência comprovada. Em entrevista ao Diário de Pernambuco, José Luis (Pepe) Pano, responsável pelo Fundo Nordeste afirmou que a ideia é ser minoritário, mas incentivar a empresa. “Nossos investimentos são de cerca de R$ 25 milhões a R$ 40 milhões em cada empresa e a fatia da participação na sociedade são de 25% a 45%. A ideia é ser minoritário, mas ter algum poder decisório nos caminhos do negócio, deixando os fundadores à frente da empresa”, explica.

18/02/2019 17h15

Durante a divulgação de resultados anuais, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que “Se o BB fosse privatizado, seria mais eficiente e todos ganhariam”. Mesmo com o discurso privatizante característico do governo de Jair Bolsonaro, o executivo afirmou, porém, que vender o banco não está nos planos próximos do presidente da república. Segundo informações do Estado de S. Paulo, para Novaes os ativos do banco que deverão ser vendidos são os que não dependem da rede bancária para obtenção de resultados. “Espero que um dia se chegue à conclusão de privatizar o banco e que o país um dia esteja preparado para isso.”Paralelamente, o BB estuda vender sua participação nas instituições financeiras Banco Votorantim e o Banco Patagônia. De acordo com informações do Diário da Indústria e Comércio, a nova gestão do banco tem como intuito maximizar o valor aos acionistas, crédito mais voltado ao varejo e ênfase dos clientes corporate no mercado de capitais. O foco seria fazer a abertura de capital ou identificar parceiros estratégicos para as áreas de gestão de recursos e de banco de investimento. Para avaliação do Banco Votorantim, será contratada uma assessoria para auxiliar o processo e, segundo Novaes, o BB não venderá ativos a qualquer preço. O banco registrou lucro líquido de R$ 13,5 bilhões em 2018, alta de 22,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

15/02/2019 15h59

A área de seguros registrou um recorde em operações de M&A durante o ano de 2018, segundo dados da consultoria OPTIS Partners, repercutidos pela Insurance Business Magazine. O banco de dados do OPTIS registrou 626 negócios nos EUA e no Canadá no ano passado, com destaque para 330 transações que aconteceram no segundo semestre, e para as 148 no quarto trimestre. Em 2017, o ano recorde até então, registrou 611 operações, quinze à menos do que 2018. O levantamento abrangia empresas que vendem principalmente seguros de propriedades e acidentes, e benefícios de funcionários.

11/02/2019 18h40

A compra do banco norte-americano SunTrust Banks pelo BB&T Corp foi celebrada como a maior fusão bancária desde a crise financeira de 2008. O negócio criará o sexto maior banco de varejo dos Estados Unidos e uma empresa avaliada em US$ 66 bilhões.

08/02/2019 14h50

Cadastre-se gratuitamente e tenha acesso ao Lexis 360

Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.
Campo obrigatório.