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O estudo Global Corporate Divestment Study 2019, realizado pela EY com mais de 900 executivos de todo o mundo, mostra como as empresas estão simplificando seus modelos operacionais para seguirem ativas no mercado, especialmente com a atual e incerta conjuntura mundial. Para elaborar o Global Corporate Divestment Study 2019, a EY conversou com executivos das áreas Financeira (37%), Consumo (32%), Telecomunicações (10%), Óleo e Gás e Energia (5% cada uma), e identificou que, com relação as empresas brasileiras, 99% dos entrevistados pretendem desinvestir nos próximos anos, uma alta expressiva em comparação com os 80% de 2018. Desse total, 10% preveem iniciar um projeto de desinvestimento ainda nos próximos seis meses e 53% nos 12 meses subsequentes. Alguns dos fatores que impulsionam desinvestimentos no país estão a posição competitiva de uma unidade de negócios em seu mercado (84%), seguida pela volatilidade política e macroeconômica (63%) e a simplificação dos modelos operacionais (58%).

02/04/2019 20h12

O Banco Central (BC) vem debatendo, com outros bancos e fintechs, a possibilidade de regular uma forma de open banking no Brasil, sistema que permitiria a abertura de informações sobre clientes - como dados cadastrais e extratos a aplicações financeiras - para outras instituições financeiras, com objetivo de estimular a concorrência entre os bancos e, de certa forma, forçar a redução de tarifas e taxas de juros. De acordo com informações do Valor, o BC informou, na semana passada, que deverá divulgar em breve as linhas gerais do open banking. Já a minuta da regulamentação deve ser colocada em consulta pública no terceiro trimestre e a abertura das informações pelos bancos é prevista para o início de 2020. Como as plataformas dos prestadores de serviços financeiros devem estar integradas, a implantação será feita em etapas e pode acontecer com o intermédio da abertura das APIs (interfaces de programação de aplicativos). Independentemente da possiblidade de aprovação, a abertura de dados só pode acontecer após autorização prévia dos clientes.

02/04/2019 17h06

Os escritórios especializados em agronegócios, Mattos Engelberg e Favacho, irão fundir suas operações, expandindo sua atuação no segmento. Segundo informações do Estado de S. Paulo, os dois escritórios têm mais de 150 profissionais conjuntamente. O Mattos Engelberg é um escritório de advocacia multidisciplinar, que possui sede em São Paulo e escritórios nas cidades de Brasília, Ribeirão Preto, Rio Brilhante e Buenos Aires. Já o Favacho se concentra em diversas áreas como civil, comercial, societária, contratual, tributária, trabalhista e ambiental, com escritórios em São Paulo e em Belém.  

02/04/2019 16h33

29/03Cade aprova compra de parte da Aete pela Apaete A aquisição, pela Apaete, da participação societária de 49% do capital social da Amazônia Eletronorte Transmissora de Energia S.A. (Aete), detida pela Eletrobras, foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sem restrições. A operação foi assessorada pelo Cescon Barrieu Advogados e pelo Vicente Bagnoli Advogados.

29/03/2019 17h27

29/03Daimler Trucks compra parte da Torc Robotics A Daimler Trucks vai comprar uma participação majoritária na Torc Robotics, fabricante de software para caminhões autônomos. De acordo com informações do Diário da Indústria e Comércio (DCI), a aquisição como parte de um esforço mais amplo para desenvolver veículos autônomos.

29/03/2019 17h01

29/03 

29/03/2019 09h03

O artigo “Impactos contábeis e fiscais em operações de M&A: Alocação do custo de aquisição”, de autoria da advogada da área corporativa do escritório Marins Bertoldi Mariana Collaço de Meira, discorre sobre as principais leis que regulamentam as transações entre empresas, assim como as preocupações inerentes das etapas que, aos poucos, rumam para a conclusão do negócio. Divulgado na terça-feira (28), o estudo demonstra como a alocação do preço pago por uma companhia para consolidar o controle de algum negócio é, comumente, um dos pontos que apresenta mais complexidade na esfera contábil e fiscal dentro de operações de M&A.

28/03/2019 19h44

O Banco Central (BC) lançou uma segunda edição do Lift (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas), uma iniciativa de incentivo ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica cujo foco seja o sistema financeiro. Segundo informações do Valor, os projetos devem ser relacionados aos temas presentes na Agenda BC+, as ações as prioritárias do Banco Central, para serem selecionados. A Agenda é direcionada para o barateamento do crédito, aumento da eficiência dos bancos, modernização do sistema financeiro e inclusão financeira. O órgão deve escolher propostas que receberão o apoio do banco e de empresas de tecnologia parceiras, visando a criação de protótipos e soluções para a indústria financeira, assim como ocorrido em 2018. No ano passado, o Lift resultou no desenvolvimento de 12 protótipos e soluções, a partir da apresentação inicial de 81 propostas. Os projetos são desenvolvidos em um prazo de 90 dias.

28/03/2019 18h55

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