De olho no mercado - de 4 a 8 de março

Coluna semanal mapeia os rumores sobre deals, no Brasil e no exterior

Por Isabella Miranda - redação@lexisnexis.com.br
Shutterstock.com

05/03
Carlyle Group pode comprar 30% na Cepsa
A empresa de private equity Carlyle Group está com vantagem em relação à concorrentes para comprar uma participação de 30% na Cepsa por até 3 bilhões de euros, apenas quatro meses depois de a proprietária Mubadala suspender uma listagem da empresa de energia, disseram três fontes familiarizadas com o assunto à Reuters.

Fundo inglês Actis avalia venda de fatia na rede de idiomas CNA
Após seis anos investido na rede de idiomas CNA, o fundo inglês Actis tem intenção de vender sua participação minoritária, que adquiriu em 2012 por R$ 135 milhões. Segundo informações da Coluna do Broadcast, do Estado de S. Paulo, o fundo ainda não teria recebido uma oferta pelo ativo, mas está atento a potenciais propostas, já que o negócio vive uma fase de retomada da expansão da franquia, algo que não acontecia desde 2013.

06/03
BB decide vender sua participação na resseguradora IRB
O Banco do Brasil decidiu vender sua participação na resseguradora IRB, detida pela controlada BB Seguros, segundo três fontes com conhecimento do assunto informaram ao Valor. A forma de preferência da administração do BB para a operação é uma oferta subsequente de ações (“follow-on”), tal como fez a Caixa em fevereiro para vender as ações detidas pelo fundo Fgeduc. No caso do BB, no entanto, o processo será um pouco mais complexo, já que as ações estão vinculadas ao acordo de acionistas.

07/03

Gávea Investimentos pode sair do grupo hospitalar São Francisco
A saída do Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, do grupo hospitalar São Francisco, operação aguardada no setor de saúde, pode acontecer, segundo informações da coluna do Broadcast, do Estado de S. Paulo. A gestora contratou o Goldman Sachs para identificar um comprador para o ativo, avaliado em R$ 3 bilhões. Uma eventual abertura de capital também estaria no radar e poderia ser a grande oferta do setor de saúde na bolsa depois dos IPOs de Hapvida e NotreDame Intermédica, no ano passado.

Joint Venture entre Thyssenkrupp e Tata Steel pode não ser aprovada
A Thyssenkrupp e a Tata Steel não devem obter a aprovação para uma joint venture, disseram à Reuters quatro pessoas familiarizadas com o assunto, acrescentando que sua oferta pode não ser suficiente para satisfazer a Comissão Europeia. As empresas firmaram em 2018 um acordo para combinar suas unidades siderúrgicas européias para criar a segunda maior do continente, depois da ArcelorMittal, medida que deve ser aprovada pelos reguladores europeus. Bruxelas enviou no mês passado uma declaração de objeções em sua revisão antitruste da transação, pedindo remédios em troca de aprovação.  Embora a Thyssenkrupp e a Tata Steel estejam trabalhando em um pacote de soluções, é improvável que façam concessões de longo alcance, disseram três pessoas familiarizadas com o assunto, aumentando o risco de uma longa disputa com a Comissão.

 

 

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