Rubem Novaes: Se o BB fosse privatizado, seria mais eficiente e todos ganhariam

BB deve vender participações no Banco Votorantim e no Banco Patagônia

Por Isabella Miranda - redação@lexisnexis.com.br

Durante a divulgação de resultados anuais, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que “Se o BB fosse privatizado, seria mais eficiente e todos ganhariam”. Mesmo com o discurso privatizante característico do governo de Jair Bolsonaro, o executivo afirmou, porém, que vender o banco não está nos planos próximos do presidente da república. Segundo informações do Estado de S. Paulo, para Novaes os ativos do banco que deverão ser vendidos são os que não dependem da rede bancária para obtenção de resultados. “Espero que um dia se chegue à conclusão de privatizar o banco e que o país um dia esteja preparado para isso.”
Paralelamente, o BB estuda vender sua participação nas instituições financeiras Banco Votorantim e o Banco Patagônia. De acordo com informações do Diário da Indústria e Comércio, a nova gestão do banco tem como intuito maximizar o valor aos acionistas, crédito mais voltado ao varejo e ênfase dos clientes corporate no mercado de capitais. O foco seria fazer a abertura de capital ou identificar parceiros estratégicos para as áreas de gestão de recursos e de banco de investimento. Para avaliação do Banco Votorantim, será contratada uma assessoria para auxiliar o processo e, segundo Novaes, o BB não venderá ativos a qualquer preço. O banco registrou lucro líquido de R$ 13,5 bilhões em 2018, alta de 22,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

 

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