Avianca precisa vender parte de negócio e receber aporte de US$ 75 milhões para ser viável, diz consultoria

Necessidades foram apontadas em laudo da Galeazzi e Associados

Um laudo produzido pela consultoria Galeazzi e Associados afirma que a viabilidade econômica da operação da Avianca Brasil depende da venda de uma parte do seu negócio e de um aporte de US$ 75 milhões vindo de fundos de investimento. Segundo informações obtidas pelo jornal Valor Econômico, a empresa, que passa por um processo de recuperação judicial, teria de vender 14 das 50 aeronaves que mantém e reajustar a malha de voos para reduzir custos e conseguir pagar seus credores.

 

O plano de reestruturação da companhia aérea deve incluir a criação de uma unidade produtiva isolada que concentraria os direitos de pousos e decolagens em aeroportos e os contratos de aviões arrendados pela empresa. A Avianca Brasil ficaria apenas com o Programa Amigo, seu negócio de fidelidade e cujo fluxo de caixa seria destinado ao pagamento de credores. Em seguida, o negócio seria leiloado para a captação de recursos em até seis meses após a homologação do plano de recuperação judicial.


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