Castello Branco: “Não existe nada inegociável”

Com exceção da exploração de petróleo, tudo pode ser privatizado

Por Isabella Miranda e Marina Hernanz* - redação@lexisnexis.com.br

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco afirmou que “Não existe nada inegociável” no tocante à privatização da companhia. Seriam mantidos apenas os ativos relacionados às suas principais atividades, que são prospectar e explorar petróleo. Em entrevista ao Valor, Castello Branco disse que o plano de vendas criado pela gestão anterior e ainda usado pela companhia é “muito tímido”. Nele está previsto a alienação de até 60% da área de refino de dois polos - no Nordeste e no Sul entre outros ativos. O executivo espera definir, até junho, o futuro da estatal em refino e na distribuição de combustíveis, segmento no qual lidera com a subsidiária BR Distribuidora, cuja venda segue em avaliação. Também é avaliada a venda de toda a participação da petrolífera na Braskem, cujo controle acionário é compartilhado com o grupo Odebrecht. Para o acordo ser fechado com a holandesa LyondellBasell falta apenas um consenso pelo preço.  "Não interessa manter uma participação pequena. É zero ou cem", afirmou Castello Branco.



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