BC quer mudar normativas que vigiam finanças de parentes de políticos

Órgão também propôs aumento na quantia mínima para notificação ao Coaf

Por Isabella Miranda - redação@lexisnexis.com.br

O Banco Central (BC) propôs alterações que afetam a vigilância financeira de parentes de políticos e a notificação de operações suspeitas de lavagem de dinheiro. As propostas para alteração entraram em consulta pública na quinta-feira (17) e não foram bem aceitas pelo mercado, segundo especialistas consultados pela Folha de S. Paulo. Uma delas é a elevação da linha de corte para notificações ao Coaf, subindo de R$ 10 mil para R$ 50 mil. Na regra atual, operações que sejam acima de R$ 10 mil, mesmo que fracionadas, são notificadas ao órgão para serem investigadas por lavagem de dinheiro. O não monitoramento de parentes de políticos como os eleitos para o Executivo e Legislativo federais, membros da alta corte do Judiciário, governadores, prefeitos e presidentes de tribunais de Justiça e de contas estaduais também é preocupante, já que muitos parentes podem ter seus nomes usados em transações escusas para acobertar o político ao qual são relacionados.  Em compensação, foram incluídos na proposta deputados estaduais, vereadores e presidentes e tesoureiros de partidos políticos na lista de vigilância.

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