Checklist – O que não fazer em uma investigação interna

Autores: Ricardo Lara Gaillard, sócio, e Luiz Phillip Nagy Guarani Moreira, associado, ambos do Cescon, Barrieu & Flesch Advogados

ATUALIZADO

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Veja o item Condutas investigáveis.

Exemplos do que se deve evitar em investigações internas:

  1. coleta de evidências forenses em equipamentos eletrônicos particulares do empregado sem autorização expressa por escrito que garanta tal possibilidade;

  2. produção de provas consideradas clandestinas (colhidas fora do ambiente de trabalho ou no interior da residência dos empregados, tais como escutas, fotos ou vídeos particulares obtidos por detetives, entre outros);

  3. exercício da prática de atos privativos de autoridade policial (quebra de sigilo bancário ou postal etc.);

  4. depoimentos forçados;

  5. criação de falsos denunciantes (fake whistleblowers);

  6. envolvimento de familiares do investigado (especialmente cônjuges e/ou filhos menores de idade) em gravações ou procedimentos da investigação;

  7. abordagem de temas estritamente particulares e que não digam respeito à conduta da pessoa na qualidade de empregado; e

  8. choque de culturas na condução das investigações – por exemplo, é comum em entrevistas conduzidas por estrangeiros uma abordagem mais direta que pode surpreender o entrevistado.

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